SOLUÇÕES PARA DESVIAR CORPOS CELESTES QUE AMEAÇAM A TERRA

A imagem ilustra como seria o impacto de um asteroide na superfície da Terra. Algo semelhante a essa ilustração ocorreu na extinção dos dinossauros.

Após um asteroide ter rasgado o céu russo ainda persiste o interesse de algumas pessoas a respeito da queda de corpos celestes na Terra. O asteroide que assustou o mundo no dia 15 de Fevereiro tinha velocidade aproximada de 65 mil quilômetros por hora, passou a ser freado pelo atrito com o ar e se desintegrou a aproximadamente 20 quilômetros de altitude. A maior parte da energia cinética do asteroide foi transferida para o ar em sua volta que aqueceu e se expandiu rapidamente criando uma onda de choque que se propagou até a superfície causando uma súbita variação de pressão que gerou estragos e feriu pessoas. As previsões estatísticas afirmam que um asteroide do tamanho de um campo de futebol deve atingir a Terra a cada 100 anos, portanto estamos dentro do previsto e segundo a NASA, a salvo durante as próximas 10 décadas. Porém o incidente plantou insegurança nas pessoas que passaram a sentir-se diretamente ligadas aos fenômenos astronômicos. Muitas perguntas estão sendo feitas principalmente sobre a possibilidade de sermos atingidos em cheio por um corpo celeste e sobre nossas formas de nos proteger disso. Bem, vamos falar um pouco sobre nossas defesas.

O nosso planeta é constantemente atingido por corpos pequenos com aproximadamente o tamanho de uma bola de basquete e que são percebidos apenas por especialistas que realizam constantes observações celestes. Quando os corpos se deslocam em direção a superfície da Terra a atmosfera age como uma armadura natural. O atrito com os seus gazes e a combustão que ocorre quando a concentração de oxigênio aumenta faz os corpos se desintegrarem. Contudo atualmente essa é nossa única defesa contra os corpos celeste que nos ameaçarem.

Alguns questionam a possibilidade de detonar um asteroide e assim evitar sua colisão, porem isso seria piorar o problema exponencialmente, multiplicando os riscos ao fragmentar o objeto. Atualmente existem três possíveis métodos em estudo para desviar um objeto do nosso planeta:

Atacar o corpo celeste – Os cientistas europeus estudam a possibilidade de atacar o corpo celeste a uma velocidade altíssima, cerca de 30 mil km/h, perto de seu centro de gravidade, sob um ângulo particular e o desviar.

Usar a lei da atração embasando-se na Gravitação Newtoniana – O projeto americano consiste em fazer um trator gravitacional colocando um veículo espacial por muito tempo próximo ao asteroide.

Efeito de sopro – Por sua vez os russos estudam o desvio de trajetória por meio de um efeito de sopro que pode ser gerado por uma explosão próxima ao asteroide.

Este mês os cientistas irão reunir-se em Bruxelas para discutir os projetos. Será o primeiro balanço anual do programa da União Europeia NEO-Shild (Escudo contra os objetos próximos da Terra), ou geocruzeiros, que iniciou em 2012 com projeto de duração de três anos. Após ser encontrado o método mais eficaz serão necessários muitos anos para encontrar a solução operacional.

Caso a UE aceite a proposta um demonstrador será lançado em 2020 para testar e validar a opção escolhida, alcançando um objeto além de 36.000 km de altitude onde giram os satélites de comunicação.

By Eliseu Beltran

COMETAS, METEOROS E ASTEROIDES

Como todos sabem no dia 15 de Fevereiro um meteoro atravessou o céu da Rússia causando estragos e ferindo muitas pessoas. Foi um acontecimento bastante incomum e que demorará muitos anos para se repetir. No entanto tivemos mais uma prova de que somos mais uma peça da existência sujeita ao poder do universo. “Esperamos que um evento dessa magnitude ocorra uma vez a cada 100 anos em média” disse Paul Chodas do Office da NASA Programa Near-Earth Object no Laboratório de Propulsçao a Jato, em Pasadena, Califórnia “Quando você tem uma bola de fogo do tamanho que seria de esperar um grande número de meteoritos que atingem a superfície e, neste caso, provavelmente havia alguns grandes”.

Muitas pessoas que até mesmo nunca se interessaram pelo universo passaram a fazer perguntas sobre os astros que repentinamente ganharam tanta importância importância, parecendo fazer mais parte de nossas vidas. Mas o que são esses corpos celestes? Qual a diferença dos meteoros, cometas e asteroides?

Cometa

Existem inumemos meteoros, cometas e asteroides constituídos dos restos que sobraram da formação do Sistema Solar e circulam entre as luas e planetas. Muito deles foram catalogados durante milhares de anos e suas orbitas calculadas enquanto inúmeros circulam entre as luas e planetas no anonimato.

Meteoro

Os cometas são constituídos por  gelo, gases congelados e poeira. Podem ser comparados a pequenas bolsas de neve sujas. Eles são três vezes mais rápidos do que os asteroides e podem ser observados apenas quando se aproximam do Sol.

Asteroide

Os meteoros são partículas de poeira e rocha que ficam voando pelo espaço em alta velocidade. Ao entrar em contato com a atmosfera terrestre pegam fogo formando um imenso risco no céu e a 8 km do chão são vaporizados e as partículas que conseguem resistir são chamadas de meteoritos, sendo cada um deles do tamanho de um grão de areia.

Os asteroides são constituídos por rocha e metais e se movimentam na maioria das vezes de forma ordenada em um centurião de asteroides que orbita em volta do Sol e se localiza entre Marte e Júpiter. Algumas vezes podem escapar de suas orbitas oferecendo riscos ao nosso planeta. Seus tamanhos podem variar desde pedrinhas até 934 km.

By Eliseu Beltran

Apollo 12 – A Segunda viagem para a Lua

Tripulantes da missão Apollo 12.

Tripulantes da missão Apollo 12.

 

Saudações! Essa foi a segunda missão do programa Apollo a pousar na superfície da Lua em 1967. O objetivo era resgatar partes de uma sonda não tripulada enviada dois anos antes. A bordo estavam o comandante Charles “Pete”, Alam Bean do modulo lunar e Richard Gordon do modulo de comando. Confira abaixo um incrível vídeo da missão e não saia sem comentar. Isso significa muito para nós.

 

 

 

By Eliseu Beltran

APOLLO 13

          O Apollo 13 da NASA foi programado  para ser a terceira missão de pouso lunar dos Estados Unidos.  Foi lançado em 11 de abril de 1970, às 2:13 pm EST de lançamento 39A, na Flórida.

Da esquerda para a direita está o comandante da missão Jim Lovell, o módulo de comando piloto John Swigert e o piloto do módulo lunar Fred Haise W.. A missão foi abortada depois que o serviço de tanque de oxigênio módulo de ruptura. Ainda assim, a missão foi classificada como uma “falha bem sucedida”, devido à experiência adquirida no resgate da tripulação.

Enquanto a equipe terminou um programa de televisão de 49 minutos mostrando como confortavelmente viveram e trabalharam na ausência de gravidade na noite de 13 de abril, Lovell terminou  a entrevista dizendo: “Esta é a tripulação da Apollo 13 desejando a todos uma boa noite. Nós estamos quase prontos para fechar a nossa inspeção de Aquário e voltar para uma noite agradável na Odisséia. Boa noite.” Nove minutos depois , o oxigênio do tanque n º 2 explodiu, causando a No. 1 tanque para também falhar. Abastecimento normal do módulo de comando de luz, eletricidade e água foi perdido. A equipe foi cerca de 200.000 quilômetros da Terra. Após uma investigação intensiva, a Apollo 13 Review Board Acidente identificou a causa da explosão.

Em 1965, o comando mudule tinham sido submetidos a muitas melhorias que incluíam aumentar a tensão admissível para os aquecedores nos tanques de oxigénio de 28 a 65 DC volts. Infelizmente, os interruptores termostático no estes aquecedores não foram modificados para se adaptarem a alteração.

Durante um teste final na plataforma de lançamento, os aquecedores estavam em durante um longo período de tempo. Este submetido a fiação na vizinhança dos aquecedores a temperaturas muito altas (1000 graus F), que foram subsequentemente demonstrado ter severamente degradado o isolamento de Teflon. As chaves termostáticas começou a abrir enquanto alimentado por 65 volts DC e provavelmente foram soldadas. Além disso, outros sinais de aviso durante o teste passou despercebido e do tanque, danificada de oito horas de superaquecimento, foi uma bomba potencial da próxima vez que ele estava cheio de oxigênio. Essa bomba explodiu em 13 de abril de 1970 – 200.000 quilômetros da Terra. A Apollo 13 pousou com segurança da tripulação no Pacífico em 17 de abril de 1970. Crédito da imagem: NASA

http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/iotd.html
NASA’s Apollo 13 was slated to be the United States’ third lunar landing mission. It launched April 11, 1970, at 2:13 p.m. EST from Launch Pad 39A in Florida. From left to right are mission commander Jim Lovell, command module pilot John Swigert and lunar module pilot Fred W. Haise.

The mission was aborted after the service module oxygen tank ruptured. Still, the mission was classified as a “successful failure” because of the experience gained in rescuing the crew.

As the crew finished a 49-minute TV broadcast showing how comfortably they lived and worked in weightlessness on the evening of April 13, Lovell finished the interview stating, “This is the crew of Apollo 13 wishing everybody there a nice evening, and we’re just about ready to close out our inspection of Aquarius and get back for a pleasant evening in Odyssey. Good night.”

Nine minutes later, oxygen tank No. 2 blew up, causing the No. 1 tank to also fail. The command module’s normal supply of electricity, light and water was lost. The crew was about 200,000 miles from Earth.

After an intensive investigation, the Apollo 13 Accident Review Board identified the cause of the explosion. In 1965, the command mudule had undergone many improvements that included raising the permissible voltage to the heaters in the oxygen tanks from 28 to 65 volts DC. Unfortunately, the thermostatic switches on these heaters weren’t modified to suit the change. During one final test on the launch pad, the heaters were on for a long period of time. This subjected the wiring in the vicinity of the heaters to very high temperatures (1,000 degrees F), which were subsequently shown to have severely degraded the Teflon insulation. The thermostatic switches started to open while powered by 65 volts DC and were probably welded shut. Furthermore, other warning signs during testing went unheeded and the tank, damaged from eight hours of overheating, was a potential bomb the next time it was filled with oxygen. That bomb exploded on April 13, 1970 — 200,000 miles from Earth.

The Apollo 13 crew safely landed in the Pacific on April 17, 1970.

http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/iotd.html

By Eliseu Beltran

MAPA EN 3D DEL UNIVERSO PRETENDE ACLARAR EL MISTERIO DE LA ENERGIA OSCURA

Mapa del universo distante del proyecto BOSS

La luz emitida por 14.000 quasares, galaxias situadas a miles de millones de años luz de distancia con agujeros en sus centros, ha sido utilizada por unos científicos del proyecto Sloan Sky Digital Survey (EEUU) para trazar el mapa más completo hasta ahora, en tres dimensiones, del universo de hace unos 11.000 millones de años, cuando era muy joven.

La investigación es mucho más ambiciosa: pretende averiguar como ha cambiado la tasa de expansión del universo a lo largo del tiempo y así ayudar a aclarar algo acerca de la misteriosa energía oscura.

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By Eliseu Beltran

O KILOGRAMA SE BASEARÁ NA CONSTANTE DE PLANK

        A definição de Kilograma se baseará na constante de Planck  , uma constante fundamental da física quantica , decidiram os “expers” (expertos ) em metrología  convocados pela Oficina Internacional de Pesos e medidas . Assim o tem comunicado em Londres o físico Michael Stock, da citada oficina , Por causa de uma reunião convocada por Royal Society. Para avaliar o progresso neste tema : “Se tem alcançado o consenso para que o futuro próximo se redefina o kilograma, baseado em um valor fixo da constante de Planck”.

          Até pouco tempo havía outra possibilidade , que explorava o projeto de Avogadro , e era que o kilograma se baseara nas massas atômicas. No entanto , os resultados deste projeto , que acabam de publicar , são complementários dos experimentos em torno da constante de Planck para rededefinir a unidade.

          Segundo Stock , os científicos levam anos realizando experimentos com a chamada balança de Watt que estabelecem uma relação entre a massa e a citada constante mediante a comparação de medidas de potência elétrica e mecânica , mas a nova definição não pode entrar em vigor até que estas medidas deem resultados identicos , para o que são necessárias mais balanças de Watt , um instrumento muito complicado.

           O kilograma é a única unidade do Sistema Internacional e Unidades que entretanto se define em base a um oBjeto físico, um protótipo de platino e iridi que se mantem guardado na sede da citada oficina em París. O resto das unidades (metro , segundo , amperio , kelvin , mol y candela ) se baseam em quantidades físicas  ( o metro se define sobre a velocidade da luz ) ainda que o kelvin está em fase de redefinição igualmente.

           As medidas do potótipo do kilograma no último século tem indicado que sua massa tem variado rapidamente , e agora é uns 50 microgramas ( como um pequeno  grão de areia ) inferior a quando  foi fabricado em 1879. O oBjetivo final  dos trabalhos é que todas as unidades do sistema internacional sejam estáveis e universais.

Fuente:  Noticias de Ciencia – Blog de divulgación, novedades y avances en ciencias.

Tradução:  Taynah Priscila G. de Araujo

EL KILOGRAMO SE BASARÁ EN LA CONSTANTE DE PLANCK

La definición de kilogramo se basará en la constante de Planck, una constante fundamental de la física cuántica, han decidido los expertos en metrología convocados por la Oficina Internacional de Pesos y Medidas. Así lo ha comunicado en Londres el físico Michael Stock, de la citada oficina, con motivo de una reunión convocada por la Royal Society para evaluar el progreso en este tema: “Se ha alcanzado el consenso para que en el futuro cercano se redefina el kilogramo, basado en un valor fijo de la constante de Planck”.

                                                

Hasta hace poco había otra posibilidad, que exploraba el Proyecto Avogadro, y era que el kilogramo se basara en las masas atómicas. Sin embargo, los resultados de este proyecto, que se acaban de publicar, son complementarios de los experimentos en torno a la constante de Planck para redifinir la unidad.

Según Stock, los científicos llevan años realizando experimentos con la llamada balanza de Watt que establecen una relación entre la masa y la citada constante mediante la comparación de medidas de potencia eléctrica y mecánica, pero la nueva definición no puede entrar en vigor hasta que estas medidas den resultados idénticos, para lo que son necesarias más balanzas de Watt, un instrumento muy complicado.

El kilogramo es la única unidad del Sistema Internacional de Unidades que todavía se define en base a un objeto físico, un prototipo de platino e iridio que se mantiene guardado en la sede la citada oficina en París. El resto de las unidades (metro, segundo, amperio, kelvin, mol y candela) se basan en cantidades físicas (el metro se define sobre la velocidad de la luz), aunque el kelvin está en fase de redefinición igualmente.

Las medidas del prototipo del kilogramo en el último siglo han indicado que su masa ha variado ligerísimamente, y ahora es unos 50 microgramos (como un pequeño grano de arena) inferior a cuando fue fabricada en 1879. El objetivo final de los trabajos es que todas las unidades del sistema internacional sean estables y universales.

Fuente:  Noticias de Ciencia – Blog de divulgación, novedades y avances en ciencias.

By Eliseu Beltran

AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA FIRMA ACORDO DE COOPERAÇÃO COM A NASA

As agências espaciais norte-americana (Nasa) e brasileira (AEB) firmaram nesta quinta-feira (27) dois acordos de cooperação para pesquisas sobre a camada de ozônio e o regime de chuvas no Terra.

Marco Antonio Raupp (à esquerda) e Charles Bolden, da Nasa, assinam os acordos. Foto: Mário Barra / G1

Os textos foram assinados nas dependências do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) pelo astronauta e diretor da Nasa Charles Bolden e Marco Antonio Raupp, diretor da AEB.

O primeiro acordo prevê a cooperação entre os dois países no projeto Medidas Globais de Precipitação (GPM, em inglês), uma iniciativa dos norte-americanos com a agência espacial japonesa (Jaxa) para estudos sobre chuvas no planeta Terra. Já o segundo projeto…

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By Eliseu Beltran

QUAIS FORAM AS DEZ MAIORES DESCOBERTAS DA MEDICINA?

por Dante Grecco


Hoje, a prática da medicina está tão segmentada que cada médico poderia citar bem mais de dez descobertas que revolucionaram apenas a sua especialidade. Por isso, para montar essa lista da saúde, resolvemos nos basear no livro As Dez Maiores Descobertas da Medicina, de 1999. A obra foi escrita por dois experientes médicos e professores americanos, Meyer Friedman e Gerald W. Friedland. De uma lista inicial de cem grandes feitos, os autores selecionaram os dez finais, que você conhece no quadro ao lado. Para garantir uma eleição democrática, escolhemos dois representantes brasileiros para confirmar o diagnóstico do livro: Ulysses Garzella Meneghelli, professor da Faculdade deMedicina de Ribeirão Preto e presidente da Sociedade Brasileira de História daMedicina, e Jair Xavier Guimarães, professor aposentado e médico infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Eles concordaram plenamente com a lista…

VEJA MAIS https://cienciaemnovotempo.wordpress.com/medicina/quais-foram-as-dez-maiores-descobertas-da-medicina/

By Eliseu Beltran

CIENTISTAS ACREDITAM TER ENCONTRADO PARTÍCULA QUE SE MOVE MAIS RÁPIDO QUE A LUZ

CERN, o Centro Europeu de Investigação Nuclear, que abriga o Grande Colisor de Hádrons (LHC), afirmam ter registrados partículas subatómicas capazes de viajar mais rapidamente que a velocidade da luz. Se a descoberta se confirmar, os principais pilares da física seriam abalados. As informações são da agência AP.
De acordo com a física padrão, é impossível que algo seja mais veloz que a luz. Mas os pesquisadores do CERN afirmam que os neutrinos – umas das partículas menos compreendidas da física – são capazes de ultrapassar a barreira dos 299.792 km por segundo.

O registro de velocidade teria ocorrido quando um laboratório do CERN em Genebra, na Suíça, disparou um neutrino a outro laboratório na Itália, a 730 km de distância. Agora, os cientistas que realizaram o experimento pedem a colegas pesquisadores que revisem e verifiquem os dados coletados para confirmar a descoberta.FONTE

 http://noticias.terra.com. br

By Eliseu Beltran